quinta-feira ,22 Fevereiro 2018
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Gerard Farrés, o herói do Dakar 2017

A cerca de duas semanas e meia do começo de mais um Dakar, recordamos aqui a incrível história de sucesso de Gerard Farrés na edição deste ano, que conseguiu a quase impensável proeza de terminar no top três das motos sem integrar uma equipe oficial – competiu com a estrutura da Himoinsa aos comandos de uma KTM.

Um Dakar nunca é fácil, muito menos para um piloto de uma formação não oficial. Farrés até começou com problemas nos primeiros dias de prova e só terminou no top três de etapas por uma vez (precisamente na última). No entanto, conseguiu recuperar das dificuldades iniciais e ganhar posições de forma gradual até chegar ao terceiro lugar em que terminou na antepenúltima etapa. Dois dias depois, selou o resultado com o segundo posto da 14.ª e última prova, ‘perdendo’ apenas no final para as KTM oficiais de Sam Sunderland e Matthias Walkner.

Após dez anos de participações no Dakar, Farrés não teve que enfrentar só a estrutura oficial da KTM, mas também as da Honda e Yamaha, a caminho daquele inesperado terceiro posto sem os recursos de que dispunham as rivais. Levou a melhor sobre homens como Adrien van Beveren, Joan Barreda ou Paulo Gonçalves numa luta desigual – usando a gíria futebolística, Farrés e a formação da Himoinsa foram autênticos tomba-gigantes.

Citado pelo Motorsport.com, na altura de cruzar a meta na edição passada do Dakar, o piloto espanhol referiu: ‘Estou muito feliz porque depois de dez anos de trabalho, depois de fazer de ‘mochileiro’ do [Marc] Coma, do Chaleco [Francisco López Contardo] estar aqui em terceiro é um sonho‘. Apesar do feito em 2017, Farrés vai voltar a competir sem uma estrutura de fábrica em 2018, integrado novamente na Himoinsa…

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