quinta-feira ,22 Fevereiro 2018
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Motocross Nacional – Regulamento

CAMPEONATO ESTADUAL DE MOTOCROSS NACIONAL 2017
REGULAMENTO GERAL
FEDERAÇÃO DE MOTOCICLISMO DE MATO GROSSO DO SUL
FEMEMS

CAPITULO 01 – DA ORGANIZAÇÃO GERAL

Art. 1º – A Federação de Motociclismo de Mato Grosso do Sul, filiada a Confederação Brasileira de Motociclismo – CBM, é a única entidade, por força de lei, autorizada a realizar, dirigir, coordenar, planejar, autorizar e supervisionar as atividades motociclistas no Estado do Mato Grosso do Sul e a elaborar, o Regulamento para as provas do Campeonato Estadual de qualquer modalidade do Motociclismo sul-mato-grossense.

Art. 2º – O presente regulamento é válido para todo o território sul-mato-grossense.

Art. 3º – O Campeonato será realizdo pelo Enduro Moto Clube  e Supervisionado por esta Federação de Motociclismo de Mato Grosso do Sul, em locais a serem designados, após vistorias e aprovação de sua Diretoria Técnica. Todas as etapas do Campeonato serão supervisionadas pela FEMEMS que é a entidade máxima do Motociclismo Sul-mato-grossense.

CAPÍTULO 02 – DAS CATEGORIAS

Art. 4º – O Campeonato será disputado nas seguintes categorias: Mini Moto, Cadete, 230, Força livre nacional, Sênior 35, Sênior 35 importada, Força Livre

Art. 5º – CATEGORIA FORÇA LIVRE:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Para motocicletas de fabricação em série nacional ou importada, com preparação livre e motores de qualquer cilindrada podendo ter peças importadas.

Art. 6º – CATEGORIA SÊNIOR 35 IMPORTADA:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Pilotos com motocicletas de fabricação Importada.
  • Pilotos que completarão 35 anos em 2017.

Art. 7º – CATEGORIA SÊNIOR 35 NACIONAL:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Pilotos com motocicletas de fabricação em série nacional.
  • Pilotos que completarão 35 anos em 2017.

Art. 8º – CATEGORIA FORÇA LIVRE NACIONAL:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Permitido nesta categoria o uso de motocicletas de fabricação em série nacional, com preparação livre, com motores de qualquer cilindrada e 150cc importada.

Art. 9º – CATEGORIA 230 CILINDRADAS:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Permitido nesta categoria motocicletas em série de fabricação nacional de até 230 cilindradas 4 tempos.

Art. 10º – CATEGORIA CADETE:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Para motocicletas de fabricação em série nacional, 85 cilindradas 2 tempos com pilotos até 14 anos, 180 cilindradas 2 tempos, Até 200 cilindradas 4 tempos preparação livre.

Art. 11º – CATEGORIA MINI MOTO:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Para motocicletas Mini Motos até 65 cilindradas 2 tempos com pilotos até 10 [ Dez] anos.

Art. 12º – CATEGORIA MIRIM:
Poderão participar desta categoria os pilotos abaixo:

  • Para motocicletas Mirim Motos até 85 cilindradas 2 tempos, Motos quatro tempos até 125 com pilotos até 13 [treze] anos.

Art. 13° O presente Regulamento entrará em vigor na data em que for homologado e somente poderá ser alterado pelo conselho técnico estadual de FEMEMS após ter sido aprovado em reunião da diretoria da FEMEMS.

Art. 14º – O clube autorizado a organizar uma Etapa do Campeonato deve eleger um local apropriado para a FEMEMS receber inscritos (inclusive no dia anterior da prova).

Art. 15º – O clube organizador da prova deverá exigir de cada piloto, no ato da inscrição, sua carteira de piloto filiado a CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo).

Art. 16º – O clube organizador deverá solicitar a prova e a homologação do Motódromo com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, juntamente com o Alvará de realização e o regulamento particular da prova, com antecedência mínima de 20 (vinte) dias, sob pena de indeferimento.

Art. 17º – O clube organizador deverá manter: tanto nos treinos como nas provas, uma equipe médica composta de um médico (a), enfermeiro (a), para prestar os primeiros socorros e uma ambulância (no mínimo) nos treinos e duas ambulâncias (no mínimo) nas provas, além de duas macas com pessoal próprio para desempenhar esta função nos principais pontos da pista.

Parágrafo Único – As Ambulâncias deverão ficar em locais de fácil acesso e com saída independente para que possa trafegar com rapidez para o Hospital mais próximo, em caso de acidente.

Art. 18º – Ao solicitar o alvará de cada prova o CLUBE deverá caucionar junto a tesouraria da FEMEMS, os valores correspondentes ao custo de cada prova, em moeda corrente do País.

CAPÍTULO 03 – OS PILOTOS

Art. 19º – A participação no Campeonato é restrita a pilotos de licença estadual (FEMEMS) e licença nacional (CBM).

É aberta a participação de pilotos estrangeiros no Campeonato de Motocross Nacional – 2015, no entanto, para que tenha direito a uma pontuação, deverão ser obedecidos os seguintes requisitos: O piloto deve ser filiado a FEMEMS e a CBM;

– Não ser filiado em outra Confederação;

– Só pontuarão no campeonato os pilotos que estiverem filiados a FEMEMS.

Art. 20º – O piloto deverá participar dos treinos e das provas com seu número de inscrição fixado nas costas e nas motocicletas (conforme art. 23 deste regulamento).

Art. 21º – O líder/representante junto a FEMEMS dos pilotos será o líder do Campeonato do ano vigente da principal categoria do campeonato.

Art. 22º – A participação de menores de 18 (dezoito) anos será permitida, porém, condicionada à apresentação e autorização por escritos do pai ou responsável.

Art. 23º – É dever de todos os pilotos e membros de sua equipe respeitar as diretrizes constantes deste Regulamento e o Regulamento Particular de cada prova, devendo os pilotos, dar passagem ao concorrente que estiver em condições de fazê-la, mantendo obrigatoriamente, o mais alto espírito desportivo para com seus concorrentes antes, durante e depois das competições.

Art. 24º – O piloto que sofrer uma queda ou derrapagem que lhe tirem da pista, deverá retornar pelo mesmo caminho de saída. Se assim não proceder será punido pela Direção da Prova.

Art. 25º – Para todos os pilotos será obrigatório o uso dos equipamentos completos de segurança, especiais para a prática de Motocross, tais como: calça especial para cross, camisa de manga comprida, bota de cross, capacete, óculos, luvas e coletes.

Art. 26º – É dever de todo piloto realizar exame médico periódico de aptidão física.

CAPÍTULO 27 – DAS MOTOCICLETAS

Art. 28º – As motocicletas deverão estar nos treinos e nas provas equipadas com 03 (três) placas (NUMBER PLATE), medindo 280 mm x 330 mm, com números grandes e legíveis e o piloto com o número grande e legível nas costas.

Parágrafo Único – O piloto que não estiver de acordo com este artigo, não poderá participar dos treinos, e se na hora da prova ele não estiver conforme esse artigo o mesmo sofrerá desclassificação.

Art. 29º – Será vetado pela comissão técnica da prova ou da FEMEMS, a participação de motocicletas que, por falta de segurança ponham em risco a vida de seu condutor e/ou demais concorrentes.

Art. 30º – Todo piloto poderá inscrever e vistoriar no máximo 02 (duas) motocicletas (com mesmo número de inscrição). Porém, só poderá substituir com 15 minutos de antecedência da largada de cada bateria ou com autorização prévia do Diretor de Prova.

Art. 31º – O abastecimento somente poderá ser realizado no Box ou Pit Stop com a motocicleta desligada.

ITENS OBRIGATÓRIOS: Protetor de pinhão, manetes deverão manter as pontas originais, se cortadas ou quebradas deverão possuir pontas de proteção ou base de massa epóxi. Manoplas deverão ser mantidas originais de fora a ocultar as pontas do guidão. Raios deverão estar completos. Deverá apresentar na hora da vistoria o colete ou a camisa que contenha o número nas costas.

Parágrafo Único – Os infratores ficam sujeitos à desclassificação das provas.

CAPÍTULO 05  –  DAS INSCRIÇÕES

Art. 32º – Ao assinar a ficha de inscrição, o piloto reconhecerá e acatará o presente Estatuto da FEMEMS, Regulamento bem como o Regulamento Particular da prova, assim como efetuará o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 60,00 (sessenta reais) para as categorias Força Livre, Sênior, Nacional, 230 cilindradas e Cadete,  devendo apresentar ao secretário(a) do clube ou da FEMEMS, sua carteira de filiação e estar ciente de que é de suma importância o mesmo obter um convênio médico hospitalar. A taxa de inscrição da categoria Junior será gratuita.

Art. 33º – O comprovante da inscrição na prova deverá sempre ser exibido sempre que solicitado pelas autoridades da prova.

Art. 34º – Ao assinar a ficha de inscrição, o piloto reconhecerá e acatará o presente Regulamento, bem como o Regulamento Particular da Prova.

OBS.: A inscrição não será devolvida de forma alguma.

CAPÍTULO 06 – DAS PROVAS

Art. 35º – Para o Campeonato deste ano (2017), as provas terão a seguinte programação:

As categorias Sênior Nacional e Importada, Cadete, 230 Cilindradas e Força Livre, Força Livre Nacional, terão somente uma bateria com o tempo de 15 minutos mais duas voltas.

Parágrafo Único – Em casos especiais ou força maior e somente após a aprovação do Diretor de prova, o tempo das baterias poderá ser alterado para menos, nunca excedendo a 50% do tempo regulamentar.

Art. 36º – Em caso de mudança de horário das provas (somente com autorização da FEMEMS) por motivos técnicos ou de força maior, o Clube imediatamente e pelos meios de comunicação disponíveis, comunicará o fato à comunidade e a todos os pilotos e chefes de equipes inscritos na prova.

Art. 37º – Se por motivo de segurança, força maior, quebra de motocicleta ou lesão do piloto, as provas não puderem ser realizadas ou o piloto não puder competir, os organizadores não serão responsáveis perante os participantes, nem serão obrigados a qualquer tipo de indenização ou devolução da taxa de inscrição.

Art. 38º – Para ser dada a largada é necessário um número mínimo de 5 (cinco) pilotos em cada categoria, se isso não acontecer, fica a critério do Diretor de Prova, se a largada será dada com menos participantes ou se achar necessário, juntar ou não as categorias, caso o número de inscritos ultrapassem 30 (trinta), fica a critério do Júri da Prova ou do Diretor de Prova, quanto a forma de formação do grid de largada.

Art. 39º – A formação do grid na primeira etapa do Campeonato obedecerá ao critério da ordem do Campeonato passado. Nas demais etapas o grid será formado pelo resultado do Campeonato.

Art. 40º- A largada dada pelo Diretor de Prova obedecerá a um dos critérios abaixo:

1º Critério:

Apresentação de placa de sinalização de tempo

  • 15 Segundos – ligar motores;
  • 5 Segundos – de 0 a 5 será disparado o gate de largada.

2º Critério:

De acordo com a determinação do Diretor de Provas sem apresentação de placas:

  • Grid livre;
  • Ligar motores;
  • Bandeira de largada = atenção;
  • Bandeira de largada abaixada = largar.

CAPÍTULO 07 – DOS TREINOS

Art. 41º – Será realizado 01 (um) treino de 10 minutos na manhã do dia da ou a critério do Diretor de Prova.

Art. 42º – O piloto é obrigado a dar pelo menos 02 (duas) voltas em um dos treinos e cada sessão deverá ter no mínimo 5 (cinco) minutos.

Art. 43º – Serão vedados os treinamentos de quaisquer pilotos fora dos horários preestabelecidos no Regulamento Particular.

Art. 44º – Fica expressamente proibido ao piloto, treinar sem a devida inscrição e vistoria técnica da sua motocicleta sob pena de desclassificação sumária da prova.

Art. 45º – As sessões de treinos com seus respectivos horários constarão no Regulamento Particular da prova e no site da FEMEMS.

Art. 44º – Ficam proibidos os treinos simultâneos entre categorias diferentes, salvo exceções e a critério do Diretor de Prova.

CAPÍTULO 08 – DA SINALIZAÇÃO

Art. 46º – A sinalização será feita por bandeiras de acordo com o código esportivo da FIM (Federation International Motocicliste) e dos Regulamentos da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo), obedecendo as cores como seguem:

  • Bandeira vermelha: Parada imediata para todos os pilotos (de uso exclusivo do diretor de prova);
  • Bandeira amarela parada: Atenção, perigo;
  • Bandeira amarela agitada: Perigo imediato, preparar para parar;
  • Bandeira azul parada: indicação ao piloto que está sendo ultrapassado;
  • Bandeira azul agitada: dar passagem imediata a outro concorrente;
  • Bandeira branca com cruz vermelha: usada pelo Diretor de Prova para indicar ambulâncias na pista;
  • Bandeira xadrez (preta / branca): usada pelo Diretor de Prova para encerrar provas e treinos.
  • Bandeira Preta: O piloto que a recebeu está desclassificado da prova, devendo ir para o box imediatamente.

Parágrafo Único – O piloto que desrespeitar a bandeira amarela sofrerá uma penalização, que será a desclassificação da prova, podendo caber ao Diretor de Prova, lhe tirar quantas posições o mesmo achar necessário.

CAPÍTULO 09 – DA CLASSIFICAÇÃO, PONTUAÇÃO E PREMIAÇÃO

Art. 47º – A premiação em espécie será feita na secretaria de prova após o término do evento.

Força livre:
1º Lugar Troféu + R$ 200,00
2º Lugar Troféu + R$ 150,00
3º Lugar Troféu + R$ 100,00
4º Lugar Troféu + R$  50,00
5º Lugar Troféu + R$  50,00

 MXN Nacional
1º Lugar Troféu + R$ 200,00
2º Lugar Troféu + R$ 150,00
3º Lugar Troféu + R$ 100,00
4º Lugar Troféu + R$  50,00
5º Lugar Troféu + R$  50,00

Sênior 35 anos Importada
1º Lugar Troféu + R$ 200,00
2º Lugar Troféu + R$ 150,00
3º Lugar Troféu + R$ 100,00
4º Lugar Troféu + R$  50,00
5º Lugar Troféu + R$  50,00

Sênior 35 anos Nacional
1º Lugar Troféu + R$ 200,00
2º Lugar Troféu + R$ 150,00
3º Lugar Troféu + R$ 100,00
4º Lugar Troféu + R$  50,00
5º Lugar Troféu + R$  50,00

230 Cilindradas
1º Lugar Troféu + R$ 200,00
2º Lugar Troféu + R$ 150,00
3º Lugar Troféu + R$ 100,00
4º Lugar Troféu + R$  50,00
5º Lugar Troféu + R$  50,00

Cadete
1º Lugar Troféu + R$ 200,00
2º Lugar Troféu + R$ 150,00
3º Lugar Troféu + R$ 100,00
4º Lugar Troféu + R$  50,00
5º Lugar Troféu + R$  50,00

Mini Moto
1º Lugar Troféu
2º Lugar Troféu
3º Lugar Troféu
4º Lugar Troféu
5º Lugar Troféu

Art. 48º – O piloto só receberá a pontuação e a premiação da bateria, se percorrer mais que 30 % das voltas do vencedor.

Parágrafo único – Os pilotos poderão pontuar em 01 (uma) categoria que participar.

Art. 49º – Serão atribuídos pontos em cada bateria como segue:

Colocação:

Art. 50º – Cada etapa do Campeonato será composta por 01(uma) bateria por categoria. O resultado geral da prova será a pontuação da bateria única.

Art. 51º – Campeonato será composto por 06 (seis) etapas.

Art. 52º – A FEMEMS O ENDURO MOTO CLUBE por força de qualquer imprevisto poderá cancelar até 02 (duas) etapas do Campeonato.

Art. 53º – Somente pilotos filiados a FEMEMS poderão pontuar no Campeonato Estadual, pilotos convidados e que não sejam filiados a FEMEMS poderão participar das provas válidas pelo Campeonato, tendo direito aos troféus e premiações, ficando os pilotos da FEMEMS, com a pontuação correspondente e a colocação do piloto convidado.

CAPÍTULO 10 – DA DISCIPLINA

Art. 54º – O piloto ou membro de Equipe que desrespeitar ordens e/ ou decisões das autoridades da prova dentro ou fora das dependências do Motódromo, será desclassificado pelo Diretor de Prova após ouvir o Júri.

Parágrafo Único – As autoridades serão indicadas e identificadas no Regulamento particular da prova e nenhuma delas poderá ter menos de 18 anos com exceção dos bandeirinhas.

Art. 55º – Atos, gestos e atitudes de menosprezo e grosseria por parte dos pilotos ou mesmos por pessoas integrantes da sua equipe, serão motivo para eliminação do piloto na prova, bem como passível de eliminação do campeonato.

Parágrafo Único – Fica terminantemente proibido, passível de desclassificação ou eliminação o (s) piloto(s) que incentivar (em) qualquer tipo de pressão ou manifestação antes, durante ou depois de qualquer prova promovida ou realizada pelo Clube/FEMEMS.

CAPÍTULO 11 – DAS RECLAMAÇÕES

Art. 56º – O direito de reclamar ou protestar pertence única e exclusivamente ao piloto.

Art. 57º – A reclamação ou protesto deverá ser feito por escrito, devidamente assinado. Reclamação feita verbalmente e na presença do público será passível de desclassificação.

Art. 58º – Toda a reclamação ou protesto seja de ordem técnica ou de resultados, o piloto deverá anexar a importância de 05 salários mínimo, em cheque nominal a FEMEMS, destinada a cobrir despesas inerentes.

Parágrafo Único – Caso a reclamação seja infundada e, conseqüentemente injustificada, o reclamante perderá o direito ao depósito que tenha efetuado, passando o mesmo para o reclamado, descontando cinqüenta (50%) por cento para a FEMEMS e caso ela tenha sido comprovada, será devolvido a importância de 05 salários mínimos e o reclamado, terá que pagar para a FEMEMS, uma multa equivalente à importância de 10 salários mínimos.

Art. 59º – As reclamações ou protestos referentes a cada prova deverão ser apresentados até no máximo 30 minutos após a bandeirada dada pelo Diretor de Prova, acompanhada da importância mencionada no Art.53º deste Regulamento.

Art. 60º – Toda e qualquer reclamações ou protesto deverá, ser entregue ao Diretor de Prova pelo piloto.

Art. 61º – O piloto ao assinar a ficha de inscrição exime o clube organizador, a FEMEMS, seus Diretores e auxiliares de qualquer responsabilidade civil ou criminal por atos cometidos por si ou por membros de sua equipe sendo esta de responsabilidade única e exclusivamente daquele que a tenha cometido.

CAPITULO 12 – DO MOTÓDROMO

Art. 62º – O Motódromo deverá contar com Box, local de Cronometragem, Sanitários para os pilotos, públicos e autoridades e Pista adequada como segue.

Parágrafo Único: Os itens acima mencionados poderão sofrer alterações conforme estrutura de cada Motódromo.

O Comprimento oficial da pista é de 1000 metros;

  • Extensão mínima de 600 m e máxima de 1.200m;
  • Largura mínima de 7m entre bumpings (5m de pista no mínimo);
  • Primeiro obstáculo em curva (não em salto), com 30m (mínimo) e distancias de 30m do gate;

Local de largada com largura mínima de 40m transversal a pista a primeira curva deverá ter no mínimo 10m de largura, devendo manter-se até 30m do término dela.

  • Obstáculos conhecidos por costelas deverão estar preferencialmente em saídas de curva.

Art. 63º – A velocidade média da pista não deverá ultrapassar a 55 km/h (média de melhor volta de todos os participantes), se for necessário diminuir, utilizar-se-ão obstáculos:

Art. 64º – Deverão ter faixas (bumping) de demarcação da pista podendo ter cortes quando forem necessários.

Art. 65º – Somente terá direito a credencial de Box e pit stop, que serão fornecidas através da FEMEMS:

  • Os pilotos;
  • Os mecânicos;
  • Os chefes de equipe;

Art. 66º – Somente terá direito a credencial de pista, que será fornecida ou visada através da FEMEMS.

  • Os bandeirinhas;
  • Os diretores da FEMEMS, com suas respectivas camisas;
  • Jornalistas com carteira de trabalho;
  • Equipe médica.

Parágrafo Único – É expressamente proibido, exceto pilotos em competição e bandeirinhas, o acesso de pessoas não credenciadas pela FEMEMS á pista.

Art. 67º – Os casos omissos neste Regulamento deverão ser apresentados ao Diretor de Prova, para que sejam encaminhados ao Júri de Prova para julgamento imediato, conforme diretrizes da FEMEMS.

Art. 68º – A FEMEMS deverá colocar este regulamento, sempre a disposição do piloto na secretaria de prova e no site da FEMEMS.

Art. 69º – Este regulamento foi elaborado pela Diretoria da FEMEMS seguindo sugestões de alguns pilotos.

 

ANDRÉ SOUZA AZAMBUJA
Presidente FEMEMS